segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O cotidiano...

Algumas coisas nos acontecem para que creiamos mais na vida, ou de vez, deixemo-a de lado. Não sabemos distinguir o certo do errado, ou menos ainda o eterno do temporário. Chorar e rir, e sentir cumplicidade de alguém que logo te esquece, dói tanto, mas tanto, que você perde os sentidos e cai feito estátua. Ninguém eastá costumado com golpes fortes assim, nem mesmo o mais bravo lutador de boxe.
Eu tive que encarar tudo de frente e, SOZINHA, percebi que nem os pais e nem os amigos são capazes de me ajudar. Esse tempo já foi, quando preciso de alguém, é a mim que devo consutar. Quando quero chorar, é apenas em meu travesseiro e no silêncio total. Quando quero matar alguém, é apenas ao meu corpo que tenho. Quando me sinto triste, é apenas triste que devo ficar.

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